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    <title>Eduardo Ramalho</title>
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  <item rdf:about="http://eduardoramalho.com:80/blog/2008/11/15/1226772420000.html">
    <title>The Driver: My Dangerous Pursuit of Speed and Truth in the Outlaw Racing World</title>
    <link>http://eduardoramalho.com:80/blog/2008/11/15/1226772420000.html</link>
    
      
        <description>
          &lt;p&gt;
Há uns anos atrás, encontrei na NET este fascinante video:
&lt;/p&gt;
&lt;object width=&#034;425&#034; height=&#034;344&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/uZnNSFizpoE&amp;hl=en&amp;fs=1&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/uZnNSFizpoE&amp;hl=en&amp;fs=1&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;425&#034; height=&#034;344&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

&lt;p&gt;
Isto é um trailer de um &lt;a href=&#034;http://www.teckademics.com/media.html&#034;&gt;DVD&lt;/a&gt;, que se encontrava à venda na altura. Este era sobre o evento &lt;a href=&#034;http://gumball3000.com/&#034;&gt;Gumball 3000&lt;/a&gt; que decorreu em 2002. Isto é um &#034;rally&#034; de legalidade questionavel, que percorre aproximadamente 5000km por estradas públicas. Pode participar qualquer pessoa, desde que pague os 10000$ de inscrição e apareça na partida com um automovel desportivo ou outro brinquedo mais exótico (sempre caro).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Desde desse dia que acompanho as edições anuais desse evento. Hoje em dia, a partida deste rally é acompanhado por milhares de pessoas que vão para as ruas ver o desfilar de grandes máquinas .
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Umas das participações que se destacou nestas últimas edições foi a da &lt;a href=&#034;http://www.teampolizeihq.com/&#034;&gt;Team Polizei 144&lt;/a&gt; no seu BMW M5 disfarçado de carro de policia. Podem ver o seguinte video, numa das etapas em que participaram pela primeira vez em 2003.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;object width=&#034;425&#034; height=&#034;344&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/5Z70EZnSIws&amp;hl=en&amp;fs=1&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/5Z70EZnSIws&amp;hl=en&amp;fs=1&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;425&#034; height=&#034;344&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Devido ao seu protagonismo, chamou-me a atenção um &lt;a href=&#034;http://www.foxnews.com/story/0,2933,303396,00.html&#034;&gt;artigo&lt;/a&gt; sobre um recorde que bateram. Viajaram &lt;b&gt;4500 km&lt;/b&gt;, de costa a costa dos EUA, pelas auto-estradas mais bem patrulhadas do mundo, num impressionante tempo de &lt;b&gt;31 horas e 4 minutos&lt;/b&gt; e a uma absurda velocidade média de &lt;b&gt;140 km/h&lt;/b&gt;. Este valor pode não parecer nada de especial tendo em conta que é corriqueiro viajar na A1 a esta velocidade. Mas se contar-mos as paragens que fizeram para reabastecer e outros precalços, então tiveram que compensar largamente este limite por longos periodos de tempo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Este &#034;feito&#034; foi documentado no filme &lt;a href=&#034;http://www.32hours7minutes.com/32-hours-7-minutes-official-trailer&#034;&gt;32 hours 7 minutes&lt;/a&gt;, o qual aguardo a sua estreia para breve.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;

&lt;img vspace=&#034;1&#034; hspace=&#034;1&#034; border=&#034;0&#034; align=&#034;left&#034; src=&#034;images/2008/11/the_driver.jpg&#034; alt=&#034;&#034; /&gt;

Mas enquanto não chega, acabei por comprar o livro: &lt;a href=&#034;http://www.harpercollins.com/books/9780061227936/The_Driver/index.aspx&#034;&gt;The Driver&lt;/a&gt;. Este foi escrito pelo protagonista desta aventura, Alex Roy. Ao longo dos seus capitulos conta histórias à volta destas corridas ilegais. Começa com um &#034;getaway&#034; pelas avenidas de Nova York, relata as suas participações nos eventos Gumball e Bullrun e culmina com a descrição das suas tentativas para quebrar esse recorde.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Gostei muito de ler o livro. Apesar das suas 300 páginas a sua leitura foi muito cativante ao ponto de o ter lido em 3 noites. O livro podia ser complementado com algumas fotografias desses eventos mediaticos. Também podia ter descrições mais técnicas dos carros e da logística envolvida. Mesmo assim, recomendo vivamente este livro mas com uma ressalva muito grande. Eu sempre fui fascinado por estas &#034;aventuras&#034; na estrada, logo a imparcialidade da minha opinião pode ser posta em causa. Por isso gostava de saber da vossa opinião.
&lt;/p&gt;

        </description>
      
      
    
  </item>
  
  <item rdf:about="http://eduardoramalho.com:80/blog/2008/10/11/1223724840000.html">
    <title>Como partilhar os Favoritos do Youtube via Google Reader</title>
    <link>http://eduardoramalho.com:80/blog/2008/10/11/1223724840000.html</link>
    
      
        <description>
          &lt;p&gt;
Sou um utilizador diário da página &lt;a href=&#034;https://www.google.com/reader/&#034;&gt;Google Reader&lt;/a&gt;. Para quem não conhece, esta é uma ferramenta do Google que agrega os cabeçalhos (&#034;feeds&#034;) de páginas da NET que consulto regularmente. O objectivo é poupar tempo por deixar de visitar as diferentes páginas uma a uma. Basta só a consultar a do Reader.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Uma funcionalidade curiosa desta ferramenta é poder &lt;b&gt;partilhar&lt;/b&gt; com os meus contactos do Gmail, alguma notícia que ache mais interessante. Para isso clico no botão &lt;b&gt;Share&lt;/b&gt;. Automaticamente os meus amigos vão ver nas suas páginas do Reader, na secção &lt;b&gt;Friends Shared Items&lt;/b&gt;, que estou a partilhar algo do meu interesse.
&lt;/p&gt;
&lt;img width=&#034;450&#034; height=&#034;300&#034; vspace=&#034;10&#034; hspace=&#034;10&#034; border=&#034;2&#034; align=&#034;center&#034; src=&#034;images/2008/10/google_reader_share.jpg&#034; alt=&#034;&#034; /&gt;
&lt;p&gt;
Da mesma forma que o Reader agrega notícias, a minha conta do Youtube também tem a funcionalidade equivalente mas para videos. Gostava de poder partilhar os meus videos do Youtube pelo Reader.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Como demorei bastante tempo a pesquisar na NET como conseguir isto, deixo-vos a receita. Talvez haja mais alguem com a mesma necessidade.   
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Adicionar o seguinte link RSS ao Reader:&lt;br&gt;
&lt;span style=&#034;font-family: courier new; font-size: 86%;&#034;&gt;http://gdata.youtube.com/feeds/api/users/&lt;/span&gt;&lt;span style=&#034;font-style: bold; font-family: courier new; font-size: 86%;&#034;&gt;YOUTUBEUSERNAME&lt;/span&gt;&lt;span style=&#034;font-family: courier new; font-size: 86%;&#034;&gt;/favorites?orderby=updated&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Substituir &lt;b&gt;YOUTUBEUSERNAME&lt;/b&gt;, pelo nome da vossa conta no Youtube.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Boas partilhas ...
&lt;/p&gt;
        </description>
      
      
    
  </item>
  
  <item rdf:about="http://eduardoramalho.com:80/blog/2008/06/06/1212743280000.html">
    <title>O que é a ASAE?</title>
    <link>http://eduardoramalho.com:80/blog/2008/06/06/1212743280000.html</link>
    
      
        <description>
          &lt;p&gt;
Estou a escrever este artigo sem ter interesse especial por esta matéria. Mas vou fazer um favor a todas as visitas do meu blogue, que são direccionados diariamente em erro pelo Google, com esta pergunta:
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;center&gt;&lt;em&gt;&#034;O que é a ASAE ?&#034;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
ASAE são as iniciais de &lt;b&gt;Autoridade de Segurança Alimentar e Económica&lt;/b&gt;. É um organismo do estado português responsável pela defesa dos consumidores, da saúde pública e da livre concorrência. Isto é conseguido pela fiscalização, avaliação e comunicação dos riscos, dos sectores alimentares e não alimentares desde da origem dessa cadeia (produtores), terminado nos distribuidores e revendedores.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Esta entidade resulta da extinção da Direcção Geral do Controlo e Fiscalização da Qualidade Alimentar, da Agência Portuguesa de Segurança Alimentar, I. P., e da
Inspecção-Geral das Actividades Económicas, tendo operado
a fusão das suas competências com as oriundas das
direcções regionais de agricultura, da Direcção Geral de
Veterinária, do Instituto do Vinho e da Vinha, da Direcção Geral de Protecção de Culturas e da Direcção Geral das
Pescas,
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
O &lt;a href=&#034;/files/2008/06/asae.pdf&#034;&gt;Decreto-Lei n.º 274/2007&lt;/a&gt; de 30 de Julho, descreve em 28 pontos, a missão e as competências da instituição.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A ASAE começou a ganhar notoriedade, pelas reportagens dos telejornais das fiscalizações em feiras. Estas ocasiões são sempre um grande &#034;espectaculo&#034; mediático pelos meios envolvidos. Desde dos agentes da ASAE estarem mascarados com máscaras de ski para não serem reconhecidos, quer pelo facto de se fazerem sempre acompanhar por numerosas equipas do Corpo de Intervenção da GNR devidamente protegidas por um arsenal bélico de &#034;shotguns&#034;. Nestas intervenções em feiras, eram sempre encontrados problemas usurpação de direitos de autor (DVDs e CDs piratas), contrafacção (vestuário e calçado de marca) e até, a falta de rotulagem em português. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Outra área de intervenção, são as inspecções a restaurantes e padarias, onde se descobrem sempre problemas, como ratos e baratas na zona de armazenagem de alimentos. Estas intervenções chegam provocar a falência de restaurantes chineses devido à sua alta taxa de incumprimento das normas de higiene. Devido a isso, neste momento em Portugal, para efeitos de marketing, deixaram de existir restarantes chineses, só japoneses ou mais generalista asiáticos.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Nos últimos anos não tem havido criticas à falta de actuação no estado, na inspecção destas cadeias de revendedores, mas sim um desconforto por entrar em àreas com tradição de anos. Exemplos de uso de colheres de pau ou facas de diferentes cores na confecção de alimentos, não poder embrulhar castanhas em papel de jornal ou das páginas amarelas e haver ou não &#034;brinde&#034; no bolo-rei.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Para quem estiver mais curioso com a ASAE, recomendo uma visita à sua &lt;a href=&#034;http://www.asae.pt/&#034;&gt;página&lt;/a&gt;. Para mais histórias, uma pesquisa no Google por &#034;asae feiras&#034; ou &#034;asae restaurantes&#034; irá dar às inumeras noticias que diariamente aparecem no jornal.
&lt;/p&gt;

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